sábado, 28 de janeiro de 2017

Janeiro l 2017 l Eu sou quase uma minimalista!

Eu adoro aqueles tipos de vídeo sobre inspirações do mês e quero fazer isso aqui. Mas esse mês não vai ter quase nada porque só tive essa ideia agora e o mês já tá acabando. 

Vi na rookie que uma garota tem várias pastas com o nome do mês e lá ela vai salvando as fotos que ela acha legal e tudo mais, e como eu tenho várias pastas de sentidos diversos eu sempre me perco em tudo que acho legal. 

Um costume que quero ter é sempre tirar fotos com a câmera meio ruim do meu celular, porque ai eu vou ter as inspirações não só da internet mas de outras coisas também. 

Como esse blog está se tornando uma forma de eu me obrigar a fazer o que tenho vontade, eu o pessoal do japão nosso dizer que eles sempre levam uma toalhinha na bolsa porque nos banheiros não tem papel pra secar as mãos, e por mais que eu sempre tenha achado mó mentira a tia Rute sempre falar com tanto carinho e apreço das toalhinhas que a gente precisa levar na bolsa, eu acho que vou começar a carregar toalhinhas na minha bolsa, porque eu não consigo mensurar o tanto de papel que eu gasto! No banheiro do meu trabalho tem papel pra secar as mãos e eu sempre pego só dois, mas isso pode se reduzir a zero, só preciso pensar como vou levar uma toalhinha no banheiro. Queria fazer o mesmo com guardanapos, mas não sei qual tipo de tecido é melhor pra isso e como não deixar a bolsa com cheiro ruim. 

Eu só quero tirar os descartáveis da minha vida! É o cúmulo produzir lixo lixo lixo e lixo. Acho até que vou comprar poucos filmes da analógica porque além de eu ter mto pouco dinheiro eu não vou querer guardar os filmes pra sempre se forem muitos, mas se forem poucos eu posso guardar e não produzir lixo com minhas memórias. Dona Victória, esse é pra você, guarde os negativos! Acho que ocupa o espa;o de uma foto só no álbum. Vi uma matéria (que ainda vou ler ~esse texto pode sofre alguma edição) na super interessante que um cara passou 40 dias sem jogar lixo fora, é um pouco radical, mas eu queria fazer o mesmo. Acho que vou separar uma caixa no meu trabalho pra colocar pedaços de papeis e embalagens e juntar em um saco plástico que vou nomear de Juliana (pra que nunca jogar fora) onde vou colocar todo papel que eu julgo realmente sem utilidade. Quem sabe eu finalmente faça a jornada até o posto de reciclagem. Mas eu queria só ter uma noção de quanto lixo eu produzo e como eu posso diminuir isso.

Os fanzines são uma ótima oportunidade pra eu praticar a reciclagem, porque os fundos podem ser feitos de tudo no mundo e principalmente de pedaços de papel. Lembro que quando eu era criança eu fazia várias coisas de mosaico e ficavam super legais! Lembro do quadro de mosaico que tem lá no Dragão do mar. Comecei a pensar que quando eu era criança as professoras pesquisavam as atividades mais baratas possíveis e por isso eram cheias de reciclagem. Tenho umas toucas de banho super cutes que em breve serão trocadas por uma super touca atoalhada (quem sabe quando vou ter dinheiro) e acho que elas dão um belo background, e ainda vão me dar um elástico de brinde.

Eu acho que o mundo tá numa situação tão difícil que eu queria viver em paz, não que eu queira ser apática, mas eu posso me mudar, não vou sair fazendo manifestação socialista ou gritando para que respeitem meus direitos de liberdade, mas vou tentar evitar os costumes capitalistas que eu não gosto, vou respeitar os direitos de liberdade das pessoas. 

E vou tentar fazer um número grande de fanzines sem precisar comprar nada! Tudo bem que eu me beneficio por trabalhar em um lugar que tem uma máquina de xerox bem poderosa, mas a graça do consumo consciente é essa: use o que você tem de disponível! 

Escrevi esse texto porque vi que a Rachel Cobb criou uma playlist entitulada "January l 2017" e eu obviamente quis imitar, mas já tá no fim do mês e não vou lembrar quais músicas legais ouvi esse mês. Mas esse mês eu vi a Izabel no cartório e a Waleska e a Izabel me disse "Brunninha eu te amo muito tenho um carinho maior do mundo por você"e a Waleska disse "vamos bater uma foto pra mostrar pra sua prima", e a minha mãe apareceu lá no cartório de surpresa tbm, e nesse pedaço o universo uniu um das melhores mulheres do mundo em uma semana. Por isso o nome da playlist desse mês vai ser "carinho maior do mundo".

domingo, 22 de janeiro de 2017

Caderninhos: uma obsessão.

Como sempre, tenho uma nova obsessão: cadernos. No me trabalho por semana é desperdiçado o equivalente a uma resma em papel. É muito papel. Alguns (1) não têm como reaproveitar de forma alguma porque os dois lados estão usados; outros (2) podem ser usados apenas uma lado; alguns (3) têm os dois lados limpos e eu posso usufruir de tudo isso. Então comecei a ter algumas ideias pra aproveitar esses papéis:
(1) 
Pensei em tingir esses papéis de forma natural, com cascas de vegetais (pensei imediatamente na beterraba e cenoura) e fazer origamis pra festas, ou cortar em formas de flores (de sakura) e incrementar nas capas de cadernos. O único impedimento nesse caso são as informações ultracondifenciais dos clientes do cartório.
(2)
1. Bloquinhos: Basta eu cortar, agrupar e grampear. Pronto. Geralmente eu ainda faço uma coisa mais elaborada pra colocar no topo para que o papel possa ser destacado com mais precisão. 
2. Cadernos: É o mesmo processo dos bloquinhos, mas nesse caso eu coloco uma capa que pode ser feita com papel reciclado colorido (minha colega comprou umas folhas neon super lindas e ia jogar um monte fora! nem pensar!!!), ou de fotos de revista (algumas propagandas têm umas imagens geniais!). Claro que só vai dar pra usar uma lado do caderno (porque o outro sempre vai estar riscado), mas fica tão bonitinho e de tamanhos tão variados que serve pra tudo. Ainda posso imprimir linhas nessas folhas, como as de caderno mesmo, e voilá.
(3)
Cadernos: Nenhum moleskine pode me derrubar! Sempre fiquei muito espantada com a capacidade de uma empresa vender um caderno por 100,00, porque a produção dele é muito simples: corte as folhas, corte a capa, grampeie e dobre. Se o grampeador for pequeno você coloca uma borrachinha e dá tudo certo.

Eu to com vontade de usar tudo até o final, então o primeiro caderninho que fiz está sendo usado da seguinte forma: não pule as folhas! Quer dizer, se vc fez uma anotação que foi até o meio da página, comece a próxima anotação pelo meio da página, não precisa ir pra uma folha nova, até porque todo o pensamento de usar tudo ia pras cucuias. 

Com os cadernos da faculdade quero fazer o mesmo, e para estudar vou passar a limpo o conteúdo dos cadernos menores (porque é o que cabe na bolsa) para alguns cadernos brochura maiores (meu caderno é da monster high que custou apenas 5,00-não-interessa-qual-a-capa-por-esse-precinho e eu cobri com papel madeira de um envelope bem grandão que custou 1,00). Depois disso, se eu tiver disposição, espero que tenha, vou juntar tudo em um livro gigante que será, para sempre, minha própria enciclopédia de direito! (que deprimente). É que não me imagino mais comprando caderninho pra usar na faculdade! Nada vai me animar quando eu estiver estudando mesmo. Minha única esperança vai ser um dia ter um livro feito com minhas anotações. E eu juro que não vou me importar com a estética do caderno enquanto estive passando as anotações a limpo!. 

E no fim de tudo vou levar os caderninhos que não farão mais sentido no futuro para a reciclagem. Eternidade é o nome disso. Estou escrevendo isso pra ver se pratico meus pensamentos. ai meu deus. 

Mas enfim, os caderninhos em que me inspirei foi desse ser maravilhosa:

 Sou horrível fazendo screencap! Peguei a cara mais feia da bixinha :'(

Esse post é editável com a foto dos bloquinhos e cadernos que já fiz. Beijos.

segunda-feira, 16 de janeiro de 2017

Não posso me culpar, posso.

Desde que comecei a falar sobre o fanzine com a Victória eu comecei a pior era da minha procrastinação. Quer dizer, eu não entendo como posso deixar pra depois algo que gosto tanto! Eu fico pensando em ideias mirabolantes e legais pra escrever no fanzine, mas eu simplesmente não consigo! Não consigo parar e escrever e isso é horrível. Quando to na faculdade sempre deixo os trabalho pro último minuto e não sei como farei pra mudar essa realidade. No trabalho nem se fala, sem bem que estou pensando que quanto menos eu tenho coisa pra fazer, melhor, então faço o mais rápido que eu puder pra terminar logo. 

Isso não significa que sou irresponsável ou preguiçosa, porque quando tenho últimos minutos pra fazer algo eu me esforço de verdade e pode nascer algo bom como o fanzine da Lava Jato que foi feito sobre lágrimas de: nunca mais deixo pra última hora. 

"Contrary to the popular thinking on people like us, procrastinators aren’t necessarily lazy or irresponsible. I, for one, am totally driven and hardworking, but I still put things off till the last minute. I don’t think it’s because of lax morals or a weak work ethic—I think it’s because of my FEELINGS. For many of the dodgers, delayers, and deferrers of the world, it’s not that we don’t want to do what’s required or that we can’t do it, it’s just that our fears, anxieties, and (somewhat ironically) ambitions can be so overwhelming that they paralyze us and stop us from doing what we know needs to be done."
 E para explicar meu caso com o zine que não deixo nascer:
"When the task at hand seems too big or daunting, even though we’d like to begin, it can be hard to figure out where or how to start. So we don’t do anything at all. To a parent, teacher, or employer, behavior like this might look like apathy, but it’s actually the complete opposite: You care so much about doing a good job that you are paralyzed by this desire. (...) I did everything I could think of to avoid facing what I had to do, because what I had to do meant so much to me that I was terrified."
Amber Humphrey, for Rookie
Não sei se tem cura, mas recentemente tenho tomado algumas atitudes: tenho uma agenda. É uma agenda comum, diária, que ganho do meu trabalho todo ano e nunca tinha usado pq achava muito feia, mas decidi aproveitar essas coisas (assunto para outro post). Nela eu anoto tudo o que tenho que fazer e eventos, como uma bullet journal, e as ideias do zine e a partir de agora as tarefas para escrever. E vou prometer a mim mesma andar sempre com uma caneta e papel no bolso, just as this gem:
GET THE THINGS DONE!


sexta-feira, 13 de janeiro de 2017

Mulher sem razão

Mulher sem razão é uma das músicas mai lindas da vida que a Sandra Helena dança e por acaso é a que mais toca na rádio Senado. Isso faria falta se eu não estivesse no Brasil.

Deixa eu te levar pra onde eu sei que a gente vai brilhar. 

 

Acho que nada disso faz sentido.

Só deixar um recado pra mim mesma do futuro.

Hoje fui sair de casa pro trabalho e estava arrumando minhas coisas pra levar pra casa do Arthur e eu não trouxe tudo o que queria porque fiquei com medo de ser assaltada e que alguém levasse todas essas coisas tão preciosas pra mim! Isso não faz sentido!
Ou eu me desprendo das coisas ou eu perco o medo simplesmente e aceito a perda, quer dizer, não é como se eu estivesse perdendo uma pessoa o que obviamente é uma perda de verdade.

1. Tenho medo de perder minhas coisas e perder minhas lembranças, considerando que minha memória não está muito boa. Preciso fazer exercícios!
2. Tenho medo de andar na moda e perder minha identidade, quer dizer, ficar parecida com as pessoas que entregam seus significados a uma marca.

quinta-feira, 12 de janeiro de 2017

Well, hello there, young employee of the Sidewinder

Eu tive um momento terrível no meu trabalho (e ainda tenho vez ou outra) porque eu não conseguia me relacionar com as pessoas com quem passo o dia todo (e ainda não consigo), e procurei exaustivamente por algum texto na Rookie que me desse algum conselho, um sinal, um caminho sobre como proceder, mas nunca encontrei e pensei se não seria necessário começar a trabalhar como a Enid.

Mas finalmente apareceu esse texto na Rookie hoje e aqui vão minhas citações:

"Contrary to what we would all like to believe, our bosses are not mind readers."

"You shouldn't feel like you need to give a reason, either, as long as you're telling your boss what you want. "

"Pressure from management, plus the responsibility of handling money—your own and the customer's—can make your job feel like the most important part of your life. Because of this, you may have a hard time saying no when a coworker asks you to take their shift, or your boss tells you to come in on your day off."

Acho que essa parte se refere a todas as vezes que eu não consegui dizer não pra tudo na vida: "It's OK to not take a shift because you have plans, and it's even more OK to not take a shift because you just don't want to."

"your job is not something that should make you feel anxious, fearful, or unhappy. If you wake up dreading going into work or are counting down the seconds until your shift ends, you may want to consider quitting. "

"Not everyone has the ability and privilege to quit their job because they're unhappy. Some people have bills that they have to pay and are financially dependent on their job. In these scenarios, it's important to put an emphasis on making time for yourself outside of work, while if possible, looking for another source of income. "

quarta-feira, 11 de janeiro de 2017

obsession

Da série Brunna-é-uma-grande-fã.

Sobre as roupas terem significado:
"Today was a good last day of summer. I finished rereading The Virgin Suicides (summer ritual), watched The Virgin Suicides (summer ritual), then went thrifting and found the perfect Virgin Suicides dress."

Sobre gostar dos significados:
"it's easy to get obsessed with a story about obsession and to glorify a story about glorification."


Esse blog é um shrine.

Brunna foi na manicure e...

Ontem fui na manicure. Quem diria. Mas só porque minha sogra pagou porque sinceramente eu nunca gostei desse luxo. Como não poderia perder essa oportunidade de alguém profissional pintando minhas unhas, escolhi as cores, inspiradas nesse prédio: 
Ele fica na Antônio Sales e eu sempre vejo ele quando vou no brechó, então é como um último suspiro de beleza de uma aventura maravilhosa, porque essas cores são maravilhosas juntas. Quando vc não tem muito dinheiro precisa pintar sua casa de cal que custa 2,00 e pinta tudo, para adicionar cor você usa um corante que só é vendido em algumas cores e entre as principais temos o azul, vermelho, amarelo, verde e lilás. Quem pode pagar por uma tinta cara vai na loja e escolhe um das mil cores da Pantone e tudo certo, mas quem não pode, como as pessoas que moram no interior, precisam usar a criatividade pra colorir as casas e quando você viaja pela estrada você se depara com inúmeras casinhas, uma a mil metros da outra, com suas frentes pintadas nessas cores, mas formando quadrados, listras, combinações entre uma vilinha... E quando eu vi esse prédio com essas varandinhas combinando eu imaginei os vizinhos conversando sobre suas bonecas da infância e como eram lindas as roupas da barbie e como eles queria imprimir esse espírito da pré adolescência no prédio. Se um dia eu puder morar lá, ah eu ia. 
1970 Barbie trunk, de Style Rookie
E os pés, Aquamarine.

Edit.: Eu sabia que tinha vista essa combinação em algum lugar!!!

sexta-feira, 6 de janeiro de 2017

Possibility.

Eu queria guardar todas as coisas que leio, principalmente o que leio na internet, e acho que esse blog nasceu pra isso. A Tavi escreveu esse mês sobre possibilidades, e é realmente genial. Tenho até a impressão que esse blog deveria mudar pra ode a Tavi (lê-se Taví porque estamos falando em brasileiro).

"Possibility makes me think of the term in psychoanalysis transformational object: A person, place, thing, or idea that lights you up not exactly because of what it is, but because of the possibilities it represents; something which "promises to the transform the self."

sobre seu antigo quarto na casa dos pais ela disse: "nothing was ever just a bookcase or dresser or closet but a web of possible futures"

"pieces of jewelry I'd never wear but would pile on every surface as a suggestion"
Esse trecho me lembrou da discussão que há na minha cabeça sobre o minimalismo versus o consumo consciente, porque por um lado eu posso evitar ter coisas que nunca vou usar, levando em consideração que não posso consumir deliberadamente apenas por prazer. Mas muitas coisas guardam um significado e, inclusive, muitas possibilidades. Isso me explica muito sobre essas garotas sempre demonstrarem ser muito acumuladoras, mas sem o estigma ruim.

E agora a coisa fica incrível, quando ela fala sobre as roupas que nunca usou:
"lived in the dimension of the purely symbolic, untempted by the experience of being in my body but endlessly pleased to turn over an idea somewhere in mid-air"

quinta-feira, 5 de janeiro de 2017

Annika Victoria e o projeto de costura #1

Eu voltei a trabalhar e tenho medo que os posts tornem-se menos frequentes, mas vou fazer meu melhor. 

Ontem voltei pra casa da mãe e fiquei um pouco agoniada com o fato de eu ter arrumado meu quarto tão bem da última vez que dessa vez não teve nada pra fazer. Eu to numa vibe de querer costurar por dois motivos: 1. comprei meu kit de costura; 2. minhas roupas de repente não nasceram pra mim e eu quero mudar essa triste realidade. Então comecei a separar minhas roupas que poderiam ser transformadas para meu lindo body, mas é mais difícil do que parece. Tenho dois vestidos que não consigo me desfazer e que nunca usei, um vai virar uma blusa, outro vai virar uma saia e uma blusa. Aparentemente é bem simples de fazer, mas estou um pouco receosa porque acho que vou estragar tudo, mas pelo que vejo o jeito pra eu aprender vai ser fazendo e as vezes errando. Outra coisa que decidi fazer foi transformar meus toys em pingentes, eu não tenho tantos assim, mas seria maravilhoso andar com um poney no pescoço. 

Eu fiquei pensando sobre transformar os toys em pingentes porque não tenho certeza se meu estilo faz sentido, tem horas que quero ser a Julia Roberts com colares de ouro, mas tem horas que quero ser a Tavi com tiaras de casinha na cabeça. Na verdade, estando aqui no trabalho faz todo sentido, até porque aqui posso ser Julia Roberts, apenas, fora daqui posso ser quem eu quiser. 

Annika Victoria é minha professora de costura e eu tenho muito respeito por ela por dois motivos: 1. ela não é das que tem o peito miúdo, e se veste como uma rainha; 2. Ela é a melhor apresentadora do youtube.
Aqui vai um apanhado de combinações maravilhosas pelas quais eu fiquei totalmente apaixonada. 

 
 
 
 
 
 
 

terça-feira, 3 de janeiro de 2017

Mais resoluções de ano novo.

Então, um novo ano está começando e eu estou pensando em juntar dinheiro de verdade, já que comecei com esse pensamento de poupar já no meio de 2016, e não fui lá muito bem sucedida, acho que começar isso esse ano vai ser uma boa. Então, pro mês de janeiro temos as seguintes resoluções: 

1. Preciso pagar a matrícula da faculdade, o que vai levar todo meu dinheiro. 
2. Preciso pagar o cartão de crédito que deu uma conta mais alta do que eu poderia esperar, e eu espero não usá-lo novamente, maaaaass tem uma problema com relação às compras online, porque dificilmente vou conseguir comprar com débito ou no boleto, que é um pouco trabalhoso, então prefiro estipular um valor, tipo 100 mangos, pra comprar no cartão de crédito. 
3. Já gastei bastante nessas férias, mas estou super feliz com tudo o que comprei, vou até aproveitar que tenho uma câmera e fazer o registro de tudo agora. Posto depois. 

Também pensei em fazer uma lista de desejos para o ano, se for possível saber quais serão minhas necessidades e vontades durante um ano todo, e acho que vou colocar mensalmente na minha nova agenda que vai ser uma espécie de bullet journal que não deu certo pra mim, mas que vai ser ótimo pra eu anotar tudo. Na minha agenda da faculdade também tem um calendário super bonito pra eu usar, mas acho que não faz sentido eu ter vários calendários separados e isso é um problema. Também tem a questão que eu morro de medo de perder minha agenda, então vou diariamente colocar os compromissos e anotações na agenda do google só por precaução.Espero definitivamente ser mais organizada esse ano. 

Vi um vídeo da Luíza Junquerida sobre economizar dinheiro e as dicas dela são maravilhosas, fora as carinhas. A primeira dica é: guardar uma graninha no começo do mês. Acho que já ouvi essa umas dez mil vezes e já tentei fazer demais, mas nunca consigo, porque sou bem preguiçosa de ir depositar na minha conta pra falar a verdade. Vou resgatar o dinheiro do enjoei, e imediatamente depositar o dinheirinho desse mês (depois que eu fizer as contabilidades). Acredito que seja uma boa oportunidade pra eu sair um pouco também, porque pra eu fazer esse depósito eu acho mais tranquilo ir em um lugar movimentado como um shopping, num fim de semana que eu fique descansada, então vai ser ótimo pra eu sair sempre no primeiro fim de semana do mês pra fazer isso e contemplar minha cidade e usar minhas roupas e passear com as pessoas. A segunda dica é: não usar cartão de crédito. Essa também é super velha, é óbvio que não tem futuro, por isso vou fazer a lista de desejos, fazer uma lista do que já tenho também deve ser bom porque ai eu vou saber que não preciso comprar nada novo. A minha maior dívida no cartão foi com relação a livros, e esse ano pretendo ler mais livros, porém da biblioteca da faculdade que embora não tenha exatamente todos os livros que eu queira no momento, tem livros fantásticos que eu ainda não conheço. Ou, posso também ler os livros das minhas primas, já que elas tem vários. Outra coisa que gastei foi com a câmera, mas como já tenho duas câmeras, acho que isso não será mais uma necessidade. A terceira dica é: comprar apenas o que for muito útil e que eu esteja realmente precisando, o que me lembra uma cultura dos orientais que eles só colocam na casa aquilo que tem uma utilidade, quer dizer, os itens de decoração servem pra alguma coisa, não são apenas vasos sobre mesas que não fazem sentido nenhum. Isso é bem óbvio, mas muito difícil, acho que dá certo se eu seguir a wishlist. Ela disse também que é bom evitar modinhas, porque as vezes a gente quer algo só porque está na moda, e eu fico super preocupada porque acho que sempre to nessa, mas ou mudar. A quarta dica é: ir a eventos de graça. Essa é fácil porque além de eu não sair muito, sempre vou pra locais que não preciso gastar, e já faz um tempo que não vou no cinema e também não tenho netflix porque pra falar a verdade ele nem tem esses filmes todos, é bem chato. A quinta dica é: comer em casa sempre e ter um lanchinho na bolsa. Além de não gastar de novo com alimentação, dá pra evitar desperdiçar a comida que já tem em casa. Outra coisa é fazer certos cuidados sozinha mesmo, como hidratar o cabelo (ou cortar, eu tbm corto), costurar uma coisinha aqui e alí. 

Espero sobreviver.

segunda-feira, 2 de janeiro de 2017

dois mil de novo e pra sempre

Estamos presos nesse século.

Queria fazer uma resolução de ano novo, uma lista de coisas pra fazer e o que achei do ano que passou.

O ano começou e eu já briguei com o Arthur pelo motivo mais patético do mundo, quer dizer, ninguém sabe o que se passa comigo e eu não sei porque gosto tanto de ouvir opinião alheia. isso estará nos meus quereres desse ano:,

O ano passado foi difícil por causa do golpe, por causa das opiniões cruéis de direita, por causa das discussões ridículas no trabalho porque as pessoas são egoístas e eu não tenho poder de argumentação. Fiz o trabalho mais chic de todos e o fanzine vai nascer, plano nº 2:,

Chega.

1. Mandar as opiniões pretensiosas e desfundamentadas para as cucuias
2. Fazer o parto do Cosmos com vários fanzines de amor <3
3. Juntar dinheiro
4. Parar de comprar coisas que me arrependo
5. Salvar as blusas do Arhur pra mim com bordado e tudo mais
7. Comprar a Rookie 4
8. Tirar fotos todo mês, digitalizar ou faze rum fanzine com elas, mas tirar fotos.
9. Suportar o fucking trabalho e arrazar na doce faculdade

Chega.