25 maio 2017

Rebecca trabalhando

     Quando eu to no trabalho e me canso de todas as pessoas esquisitas e ridículas ao meu redor, lembro de quando a Rebecca fala que tá cansada desses esquisitões e a Enid diz "but this is our people". Hoje, eu sou a Rebecca trabalhando na cafeteria, sendo gentil por obrigação com pessoas estúpidas, entediada de ficar fazendo as mesmas coisas toda hora, quase enjoada com as piadas imorais das pessoas.
     Mas, ao mesmo tempo, feliz de poder comprar algumas coisas maravilhosas, de ficar felizaça com coisas patéticas que revelam todo o poder da praticidade para quem não tem mto tempo. Hoje eu sou a Rebecca totalmente entusiasmada mostrando a tábua de passar pra Enid, do tipo: wow tenho uma casa, tenho liberdade, tenho coisas pra fazer, sou uma pessoa sozinha em uma casa, isso não é ótimo???


     Tbm sou um pouco a enid quando ouço músicas da infância (essa é uma expressão horrível porque a minha infância ainda é mto viva na minha mente, mas é como se eu soubesse que vou perdê-la, que não faz o menor sentido os filmes, as músicas e todas as coisas que eu fazia quando criança, porque agora eu as compreendo e eu sinto que estou perdendo a magia.), quando ela ouve "A ribbon and a smile". E eu quero desesperadamente me agarrar em objetos de antigamente pra tentar voltar pra lá, que nem em "Em algum lugar do passado".

     Ainda sou a Rebecca comprando copos, principalmente quando vou na Etna, na Zara, na Camicado e fico sonhando com as tigelas da Rita Lobo. No Clube da Luta o cara compra milhares de coisas pra casa e seu ap pega fogo. Eu quero ser a Rebecca, mas ainda sou a Enid de rolling eyes. A absurda diferença da Rebecca sendo gentil no trabalho e a Enid sendo honesta e ela mesma, é como alguém que sempre passa no experimento de Stanford.
     Em ghost world o trabalho e a vida adulta representam uma morte e um renascimento, mas muito mais um ruptura cruel de quem nós realmente somos.

     E aí podemos fazer uma comparação entre a  Rebecca do começo do filme, saindo da escola, e a Rebecca no fim, procurado um apartamento. Antes eu nunca liguei exatamente pras minhas roupas, eram só roupas. Hoje eu sempre fico me preocupando em pensar qual imagem de mim elas vão passar.

23 maio 2017

Tenha filhos, de Bruna Estrela

Não sei se é porque estou rodeada de grávidas no trabalho, ou por eu ter identificado várias semelhanças com minha mãe, mas esse texto mexeu com meu desejo de ser mãe. 


     "Se eu pudesse dar só um conselho para os meus amigos, seria esse: tenham filhos. Pelo menos um. Mas se possível, tenham 2, 3, 4... Irmãos são a nossa ponte com o passado e o porto seguro para o futuro. Mas tenham filhos.
     Filhos nos fazem seres humanos melhores.
     O que um filho faz por você nenhuma outra experiência faz. Viajar o mundo te transforma, uma carreira de sucesso é gratificante, independência é delicioso. Ainda assim, nada te modificará de forma tão permanente como um filho.
     Esqueça aquela história de que filhos são gastos. Filhos te tornam uma pessoa com consumo consciente e econômica: você passa a comprar roupas na Renner e não na Calvin Klein, porque no fim, são só roupas. E o tênis do ano passado, que ainda tá novinho e confortável, dura 5 anos... Você tem outras prioridades e só um par de pés.
     Você passa a trabalhar com mais vontade e dedicação, afinal, existe um pequeno ser totalmente dependente de você, e isso te torna um profissional com uma garra que nenhuma outra situação te daria. Filhos nos fazem superar todos os limites.
     Você começa a se preocupar em fazer algo pelo mundo. Separar o lixo, trabalho comunitário, produtos que usam menos plástico... Você é o exemplo de ser humano do seu filho, e nada pode ser mais grandioso que isso.
     Sua alimentação passa a importar. Não dá pra comer chocolate com coca-cola e oferecer banana e água pra ele. Você passa a cuidar melhor da sua saúde: come o resto das frutas do prato dele, planta uma horta pra ter temperos frescos, extermina o refrigerante durante a semana. Um filho te dá uns 25 anos a mais de longevidade.
     Você passa a acreditar em Deus e aprende como orar. Na primeira doença do seu filho você, quase como instinto, dobra os joelhos e pede a Deus que olhe por ele. E assim, seu filho te ensina sobre fé e gratidão como nenhum padre/pastor/líder religioso jamais foi capaz.
     Você confronta sua sombra. Um filho traz a tona seu pior lado quando ele se joga no chão do mercado porque quer um pacote de biscoito. Você tem vontade de gritar, de bater, de sair correndo. Você se vê agressivo, impaciente e autoritário. E assim você descobre que é só pelo amor e com amor que se educa. Você aprende a respirar fundo, se agachar, estender a mão para o seu filho e ver a situação através de seus pequenos olhinhos.
     Um filho faz você ser uma pessoa mais prudente. Você nunca mais irá dirigir sem cinto, ultrapassar de forma arriscada ou beber e assumir a direção, pelo simples fato de que você não pode morrer (não tão cedo)... Quem é que criaria e amaria seus filhos da mesma forma na sua ausência?! Um filho te faz mais do que nunca querer estar vivo.
     Mas, se ainda assim, você não achar que esses motivos valem a pena, que seja pelo indecifrável que os filhos têm.
     Tenha filhos para sentir o cheiro dos seus cabelos sempre perfumados, para ter o prazer de pequenos bracinhos ao redor do seu pescoço, para ouvir seu nome (que passará a ser mãmã ou pápá) sendo falado cantado naquela vozinha estridente.
     Tenha filhos para receber aquele sorriso e abraço apertado quando você chegar em casa e sentir que você é a pessoa mais importante do mundo inteirinho pra aquele pequeno ser. Tenha filhos para ganhar beijos babados com um hálito que listerine nenhum proporciona. Tenha filhos para vê-los sorrirem como você e caminharem como o pai, e entenda a preciosidade de se ter uma parte sua solta pelo mundo. Tenha filhos para re-aprender a delícia de um banho cheio de espuma, de uma bacia de água no calor, de rolar com o cachorro, de comer manga sem se limpar.
Tenha filhos.
     Sabendo que muito pouco você ensinará. Tenha filhos justamente porque você tem muito a aprender. Tenha filhos porque o mundo precisa que nós sejamos pessoas melhores ainda nessa vida."

21 maio 2017

Toalhas da Miu Miu

Catálogo de Primavera/Verão 2017 da Miu Miu, Suddenly Next Summer, by Alasdair McLellan.

Olhei pra essas toalhas e imediatamente pensei: CHEGA de toalhas lisas e objetos convencionais! Na minha casa as toalhas serão "que coisa fofa!" que nem a toalha da banda K-3 que minha amiga sempre me emprestada quando eu ia na casa dela.

Na verdade, acho que fui fisgada pelo sorriso da Elle nessa propaganda, se eu tivesse dinheiro já tinha comprado. Que marketing bem sucedido direcionado a pessoa errada.

Fotos via Miu Miu

15 maio 2017

A estrada da Marisa

Ela vai voltar, vai chegar
E se demorar, i'll wait for you
Ela vem, e ninguém mais bela
Baby, i wanna be yours tonight...

Sem botão, no tempo
No topo, no chão
Em cada escada
A caminhada
A pé
De caminhão...

Seu horário nunca é cedo
Aonde estou?
E quando escondo
A minha olheira [eu entendia to conquistando a minha olheira what?]
É pra colher amor...

Sala, sem ela, tem janela
Inclino, em cerca de atenção
Ela vem, e ninguém
Mas ela vem
Em minha direção
Sala, sem ela tem
Janela inclino
Em cerca de atenção
Ela vem, e ninguém
Mais bela vem
Em minha direção...

13 maio 2017

Maria Antoinette bela, recatada e www

Sempre achei a foto do mac sensacional! Sou obcecada pela ideia de que alguém vai voltar no tempo e aparecer em um quadro antigo com uma enorme câmera na mão ou mesmo um singelo fone de ouvido. Nem consigo imaginar o que a Maria Antonieta faria por um fonesinho!!!
Fotos via Buzzfeed.

Sofia como sempre além de seu tempo!




Te fecha!



Músicas de Jesus que não são cristãs em um cd misterioso

Minha vó trabalhava para um moça que era dona de uma franquia da New Order, uma loja de sapatos criada em 2002 e que depois fechou, mas agora parece que voltou. Quando a loja fechou, a patroa da minha deu um monte de sapatos e outras coisas da loja pra ela. No meio desse tanto de coisa, estavam alguns cds com as músicas que tocavam na loja e as músicas são tão boas e  bem escolhidas que eu tenho certeza que foram feitas por alguma radialista ou coisa assim.

Se quem criou as playlists não era radialista, provavelmente era surfista. Não sei, fico sempre mirabolando sobre a personalidade da pessoa que fez esses cds tão geniais. Aqui vai o primeiro:

Todas as músicas tem "Jesus" no nome ou algo relacionado a religião, apesar de não serem músicas religiosas. É sobre perdão, dúvidas, compreensão e liberdade. Fui olhar as capas dos cds e é interessante como algumas são como um diário, ou sobre a solidão, a natureza, com velocidade e rebeldia, sobre viagens, mas todas sobre travessias.

E todas as músicas são dos anos 2000! Acho que minha paixão por essa época se deve ao fato de que além de eu ser criança e adolescente nesse período, as coisas eram bem melhores e tranquilas dos que agora, havia esperança e crescimento e vontade e oportunidades por todos os lados.


1. Jesusland - Ben folds
Songs for a silverman, 2005









2. Me And Jesus Don't Talk Anymore -Beulah
Yoko, 2003









3. Jesus on the Radio - Guster
Keep it together, 2003








4. Jesus, Etc - Wilco
Yankee Hotel Foxtrot, 2002








5. Holes to heavan - Jack Johnson
On and on, 2003







 6. Prayer for the paranoid - Mojave3
Excuses for Travellers, 2000








7. The gospel - The dandy warhols
Thirteen Tales from Urban Bohemia, 2000









8. Sometimes Always - The Jesus and Mary Chain
9. Wish I could - The Jesus and Mary Chain
Stoned & Dethroned, 1994







10. Another Devil Dies - Badly Drawn Boy
17. Holy Grail - Badly Drawn Boy
One plus one in one, 2004







11. Freeze The Saints - Stephen Malkmus
Face the truth, 2005









12. Saint Simon - The Shins
Chutes Too Narrow, 2003








13. Loose Translation - The New Pornographers
14. It's Only Divine Right - The New Pornographers
Electric Version, 2003







15. Wall Of Death - R.E.M.










16. The shinning - Badly Drawn Boy
The Hour of Bewilderbeast, 2003

11 maio 2017

O autocontrole que eu não alcanço

Acabei de voltar do almoço e dei uma mordidinha em um pedaço de bolo, mas não aguentei e comi o bolo inteiro! Eu não tenho uma gota desse negócio... meu senhor

"O teste do marshmallow, feito na Universidade Stanford na década de 1960, é o melhor exemplo que se tem sobre a ocorrência de autocontrole. Psicólogos ofereciam a crianças um grande marshmallow e davam a elas a opção de comê-lo imediatamente ou esperar um tempinho enquanto os psicólogos saíssem da sala. Se as crianças esperassem, ganhariam de recompensa um segundo marshmallow. Apenas um terço das crianças aguentava esperar, o resto comia o doce afoitamente. (Há um vídeo na internet desse teste feito nos dias de hoje. As imagens das crianças tentando resistir à tentação são de partir o coração.) Depois, os pesquisadores acompanharam o desempenho dessas crianças nas décadas seguintes. Aquelas que haviam esperado pelo segundo doce tinham tirado notas mais altas no vestibular e tinham mais amigos. Depois de anos estudando esse grupo de voluntários, concluiu-se que a capacidade de manter o autocontrole previa com muito mais precisão a ocorrência de sucesso e ajustamento – era mais eficiente do que QI ou condição social, por exemplo. Por isso, tente sempre atrasar as gratificações – passe vontade e não faça sempre o que der na telha: o segredo para o sucesso pode estar aí.
A questão agora é entender por que algumas pessoas abrem mão do prazer imediato em troca do trabalho duro, e por que outras preferem sempre sair mais cedo do escritório. O processo mental, na verdade, é muito simples: para ter autocontrole, é preciso não ficar pensando na tentação e focar naquilo que é realmente importante no momento – por exemplo, terminar o serviço. É possível que esses traços tenham uma origem genética, mas é mais provável que a diferença esteja em outro ponto importante para entender o sucesso: motivação. Quem está motivado para ganhar uma medalha olímpica ou fazer um bom trabalho também abre mão da soneca da tarde com mais facilidade."
"Num estudo da Universidade Clark, nos EUA, que testava a capacidade de voluntários de resolver problemas de lógica, o dinheiro só atrapalhou. Aqueles que eram recompensados financeiramente para chegar à solução levavam muito mais tempo para resolver o problema. Os outros, sem a pressão do dinheiro, se deram melhor. Em muitos casos, acreditar que você está fazendo algo relevante é mais eficiente para motivação do que um salário mais rechonchudo. "
em O segredo do sucesso, Super Interessante.

06 maio 2017

Leonilson

Fui pra faculdade (hoje é sábado) e estudei na biblioteca, me senti menos mal. Olhei um livro da Adriana Varejão e aquela mulher é incrível, depois pesquiso mais um pouco sobre. E fui na exposição do Leonilson que tem na faculdade (!!!).

Bem, eu não sou muito entendedora de arte quando entre naquele espaço cultural, acho que o que eu vejo é mto superficial e não consigo entender como algumas coisas são bonitas nos olhos de algumas pessoas. Então, decidi olhar cada obra com paciência, tipo quando acesso o site de um artista e fico vendo sua galeria de arte.

"Nascido em 1957, na capital cearense, a formação artística de Leonilson começou ainda na juventude e a cidade logo se tornou menor que seus sonhos. (...) Seu olhar contemporâneo não estava voltado para a arte que busca agradar, se promover ou vender algo. Era uma arte autobiográfica, embora revolvesse constantemente aos campos da estética da geração 80 que predominam em todo o mundo. Esse conflito era a parte mais intigante e intrínseca a todas as obras."

Isso estava escrito na entrada da exposição. Fico pensando na simplicidade que deveria ser Leonilson, e de cara isso me fez pensar na função desse blog. A arte serve muito menos pra agradar olhos críticos, e muito mais para expressar. Amei o Leonilson, ou tentar me expressar claramente. *as fotos estão ruins porque foram tiradas com um celular antigo e amado*
 Essa pintura foi feita com lápis de cor. Ele usava tinta guache, tinta acrílica e todas as coisas simples que temos por ai à disposição. Foi um tapa na minha cara que acho que sempre preciso de coisas complexas pra fazer algo. Acho que ele era adepto da filosofia da Vick que diz: não complique: FaçA! Quanto mais vc complica menos faz. e ai desiste. 


O nome dessa obra é O que ele está fazendo e pelo vulcão no peito, o buraco na cabeça e no coração, a música na garganta e outras coisas que não consegui interpretar, esse homem está apaixonado e extremamente admirado, observando do alto a coisa/pessoa que ele ama, feliz da vida. A melhor parte da arte é a identificação!

1. O que não abdica e 2. O castelo do pensamento
No fim da exposição tinha um espaço pra bordar em telinhas. Fiquei procurando o bordado da Amora, mas não achei nenhum coração humano. Achei o máximo a ideia de fazer uma bolsinha e encher de linha dentro. Ponto.




"São as relações afetivas expressas na forma de um diário sobre desenhos, pinturas e bordados que formam as geografias do afeto, as geometrias da vida e a sumarização da morte.

São conversas silenciosas 'sussurradas' ao pé do ouvido de quem observa seus trabalhos. O artista exige que se apurem os sentidos para poder descobrir, nas diversas camadas de suas pinturas, no branco vazio do papel e na trama mínima dos bordados sobre voil, um campo infinito de leituras na forma de palaras e signos que povoam o conjunto da obra."

Um. dia. de cada. vez.

Essa semana eu decidi postar no blog regularmente, falar de moda e postar fotos das minhas roupas. Mas sinto que algo dentro de mim quer ~desesperadamente~ ter muitas visualizações e fazer parte de uma comunidade que não existe mais. E acho que na minha situação atual eu não to podendo me dar esse luxo:

1. Na faculdade as coisas estão indo lentamente para o momento de desespero em que eu saio pirando na minha cabeça pra tirar uma nota razoável e prometendo a mim mesma nunca mais ser negligente. Eu não quero acreditar, mas a minha falta de estudo e as mil horas na internet estão me levando a

2. No trabalho está tudo muito estranho porque não basta a reforma do capeta, as coisas estão super estranhas e eu não quero ser demitida! Estou tentando fazer meu melhor mas é muito difícil quando seu desejo é ler Tavi ou fazer outras coisas nada a ver que não precisam de escrituras pra ficar prontas. Quer dizer, se eu achasse minha missão e motivo na vida talvez ficasse mais fácil focar bem no trabalho e ser melhor do que eu era quando comecei a trabalhar. Mas é TÃO difícil! Depois que decidi escrever regularmente no blog ficou tudo pior porque eu sou tão obcecada que quero escrever sobre tudo... Eu só preciso ir com calma... uma coisa de cada vez.

3. Achei umas pastas com várias imagens antigas que eu salvei, a maioria sobre moda. Algumas eu realmente gosto e adoro guardar, mas a maioria foi salva porque eu dei ctrl+s na página e fui deixando as fotos... Naquele velho dilema de eu não saber de onde as fotos são... Pensei eu ficar falando aqui sobre cada foto que eu encontrasse, mas essas fotos já não fazem tanto sentido assim hoje pra eu postar no blog e eu realmente me importo com datas! Quer dizer, se eu postar agora falando sobre uma foto que eu salvei em 2012, acho que vai faltar o sentimento de estou-amando-isso-no-momento.

By the way... a roupa que eu usei essa semana:

03 maio 2017

Huh, that was fucking trippy

Ontem eu decidi pegar leve com a internet e ao invés de ir direto pro Spotify ouvir Kanye, deixei a rádio me guiar. MEU DEUS! Gostaria de ter salvo todas as músicas que ouvi, principalmente as do Tim Maia. Como estava de noite, tinha muito  flashback e músicas românticas, misturado das melhores músicas praianas do mundo! Ouvindo tudo aquilo fiquei curiosa pra ver a capa dos álbuns, porque cada música tinha sua atmosfera claramente traduzida em imagens:

Hurts to be in love de Andru Donalds, 2001
Menino do rio de Baby Consuelo, 1979

When it`s over de Sugar Ray, 2001
Está no ipod do Cadu Maverick. E (realmente) está na ilha do espanto

Dark Days de Local Natives, 2016
Imaginei que era de uma banda estilo Sixpence None The Richer, com uma moça fofíssima olhando pela janela de um submarino.

Baby can I hold you de Tracy Chapman, 1988.
Graças a uma seleta gama de bêbados que frequentavam o bar ao lado da minha casa, eu sempre ouvi compulsoriamente todos os flash backs de maior sucesso e maior dor de cotovelo. Sei cantar todas. Uma vez minha mãe foi se referir a meu irmão que era um neném e disse "calma baby-can-i-hold-you". Pegou. Outra vez estava com o Carlos e Maria vendo um dvd de flashbacks e ficamos bem espantados em descobrir que quem cantava essa música era uma mulher. Muitas histórias.

Eye in the sky de The Alan Parsons Project, 1982